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Campello recorre ao Ministério Público para fiscalizar eleição do Vasco

A questão política no Vasco da Gama passa por uma turbulência que parece sem fim. Poucos meses antes da eleição no Cruzmaltino, mais uma novidade surpreende os torcedores. Desta vez, Alexandre Campello recorreu ao Ministério Público, na última quarta-feira (16), protocolando um pedido de ajuda para fiscalizar a eleição do Gigante da Colina. A "falta de isenção das pessoas que participaram do processo" foi a razão do pedido, segundo Campello ao ge.com. 

Por Micael Abbud

Foto: Reprodução / Vasco

- Diante de tudo o que está acontecendo, dessa insegurança, já com judicialização por parte de algumas pessoas, para que tenhamos uma eleição limpa, pedimos que o MP intervisse nesse processo, devido acompanhamento para que haja lisura. – explicou Alexandre Campello.

O assunto principal da eleição do Vasco tem sido a divergência entre Faues Mussa, presidente da Assembleia Geral, e Alexandre Campello. De acordo com Campello, sua ação foi motivada pela “falta de isenção” de Mussa, que, ainda segundo o presidente “apoia o lado do Júlio Brant”, pois o filho de Faues Mussa, Luis Mussa, faz parte da mesma chapa que o candidato. 

Campello destacou também o ponto mais discutido nos últimos meses, a anistia dos sócios. Os presidentes de poderes do clube não entraram em acordo sobre o tema, e o presidente da diretoria administrativa afirma que existem erros no processo eleitoral.

- Temos trabalhado para que seja um processo limpo. Fizemos o recadastramento, anistia com mais de dois anos antes da eleição para quem quisesse pagar. Estava aberto para qualquer um, não foi algo dirigido. – declarou Campello.

- No momento que a gente avalia a lista o clube tem uma empresa, que faz esse controle, gera relatório, publicamos mensalmente a lista de sócios no site. Fizemos uma lista com sócios adimplentes e recadastrados, todos os sócios que preenchiam os critérios para eleitores. Ai já houve contestação achavam que deveríamos inserir os remidos e benfeitores remidos. Mas a partir do momento que a pessoa não se recadastra, não posso garantir que ela está viva. Qualquer um que fizesse o recadastramento seria inserido. Eles fizeram por vontade própria inserir. Eu não vejo grandes problemas, a não ser o fato de que você já começa a ter uma desconfiança sobre a lista. – completou o presidente do Vasco da Gama.


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