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Personalidade - Parede mostra bastante segurança no seu futebol e afirma que não há desconfiança por parte do torcedor: ''Não teve isso''

Depois de anunciar Ygor Catatau e Marcelo Alves, o Vasco fez a apresentação oficial nesta terça-feira do atacante Guilherme Parede em uma live realizada pela VascoTV. Em uma coletiva de imprensa que rendeu diversos assuntos, o atacante mostrou bastante segurança no seu futebol e afirmou que não há desconfiança por parte do torcedor.

''Eu acho que não teve isso. Antes de se concretizar a minha vinda, os torcedores invadiram as minhas redes sociais e mandaram mensagens positivas. Eu agradeço desde já. Então, não teve isso. Primeiro tenho de vestir a camisa, entrar em campo, correr e dar o melhor. Aí, o torcedor poderá cobrar ou elogiar. As coisas acontecem naturalmente, sempre foi assim na minha vida. Não acho que tenha tido desconfiança lá no Inter, joguei 47 partidas lá. Tive meus altos e baixos, foi um ano de bastante aprendizado'', afirmou que não houve dúvidas de fechar com o Cruzmaltino, mesmo tendo sido sondado pelo Coritiba, equipe que foi revelado.

''Eu não pensei duas vezes em assinar e jogar no Vasco. Quem não quer estar no Rio e em um grande clube? Nesse momento, o importante era também ver a situação da minha esposa, que está grávida. Em plena pandemia. O mundo está muito complicado, mas eu conversei com ela, a gente entendeu a situação. Era algo importante para a minha carreira, tenho 24 anos. Estar aqui hoje, feliz e motivado é o mais importante. O apoio da torcida. Enfim, isso não tem preço. Fiz uma ótima escolha'', comentou Parede, que contou sobre a visita que fez a São Januário nesta semana.

Foto: Felipe Moreno / MoWA Press
                                                            Foto: Felipe Moreno / MoWA Press


''Fazia tempo que eu não pisava dentro de um estádio. Por causa da pandemia, né? Foi legal, o estádio é um caldeirão. A torcida empurra, senti isso quando defendia o Inter e enfrentei o Vasco. Parei na frente da estátua do Romário, um grande jogador. É de se espelhar, ele sempre soube fazer gols'', falou.

Por que o número 77?

''Quando eu subi para o profissional, queria jogar com a 7. Mas ela tinha dono, então, decidi que usaria o 77. É um número bíblico, me identifico. Não ia ser diferente com a camisa do Vasco'', explicou.

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