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Eleições diretas correm risco devido à divergências entre poderes

Uma troca de documentos pode inviabilizar momentaneamente as eleições diretas no cruzmaltino. A Assembleia Geral, Conselho Fiscal, e o Conselho Deliberativo, entraram em conflito ao tratarem sobre a documentação.

O problema principal se tratou da intenção de Faués Jassus (O Mussa), responsável pela Assembléia Geral, de realizar apenas uma convocação para tratar da reforma estatuária e o pedido feito pelo grupo "Nova Resposta Histórica", de dar o poder de voto para o associado.


O pretendido por Mussa esbarra no que é para Edmilson Valentim e Roberto Monteiro, visto como ideal, estes lembram possíveis irregularidades em assinaturas do movimento Nova Resposta Histórica, como forma de se prevenir problemas de interesses no clube. Valentim e Monteiro querem que uma convocação seja apenas para a aprovação ou não da reforma estatutária, e não do pedido referente ao movimento.

Valentim se diz contra por acreditar existir a possibilidade de conflito jurídico e infrações ao estatuto. Além disso, para Valentim, Mussa não possui a legitimidade para validar as 1.106 fichas, enviadas pela "Nova Resposta Histórica", apenas ele, sozinho.

Monteiro, além de concordar com Valentim, aponta possíveis equívocos para uma convocação de Assembleia Geral com o intuito de tratar dois assuntos, e cita preferir não crer em alguma manobra. 

Roberto Monteiro reforça a ideia da possível existência de irregularidades na lista de sócios aptos ao voto, cuja foi alvo de denúncias.

A divergência entre os poderes do cruzmaltino reacende uma antiga dificuldade no Gigante: a crise política e interna do Clube.

Por: Kaio Machado

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