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Mesmo tendo sido campeão da Libertadores pelo Palmeiras, Euller afirma: 'Vasco de 2000 é o melhor time em que joguei'

Um dos grandes nomes do time do Vasco de 2000, o atacante Euller resolveu falar sobre o Cruzmaltino neste último fim de semana. Em uma entrevista para o SportTV, o ex-jogador foi questionado sobre o melhor time que já jogou na carreira. Mesmo tendo sido campeão da Libertadores pelo Palmeiras, ele escolheu outra equipe.

Segundo o ''Filho do Vento'', o Gigante da Colina de 2000 barra todos os times que já atuou. Para o ex-atacante, aquele time era muito entrosado e tinha atletas de muita qualidade técnica.


''Vasco de 2000 é o melhor time em que joguei. O Palmeiras de 1999 tinha um grande elenco, mas eu não era titular absoluto. No Vasco sim eu estava jogando como titular. Formamos uma equipe maravilhosa, um elenco espetacular e com jogadores importantíssimos no banco. Conquistamos tudo o que podíamos conquistar. Então o Vasco de 2000 sem dúvida nenhuma foi a melhor equipe em que joguei'', disse ele, que lembrou com detalhes aquela virada histórica contra o Palmeiras, na final da Mercosul.

''Esse jogo foi algo espetacular e maravilhoso. Um primeiro tempo perfeito do Palmeiras, um 3 a 0, fora o chocolate. Fomos para o vestiário atônitos, mas como dar dura em tantos craques? Veio a palavra do Joel Santana de incentivo, veio a palavra do Eurico Miranda de incentivo. Poderia chegar dando dura, mas nos incentivou''

''A mudança na equipe com a entrada do Viola, que foi espetacular. Entrou dando outro ritmo à equipe. O primordial foi ali perto da escada onde nos reunimos antes de entrar para o campo. Deixamos ali todo o nosso ego de supercraques ali embaixo. Todos tinham a mesma palavra, que era de minimizar aquela situação e deixar a humildade tomar conta''.


''Falamos: "Vamos entrar e não passar vexame porque o Palmeiras poderia continuar no embalo, e a gente passar um vexame fora do comum". Mas o ego ficou ali. Fomos para o campo e o que se viu foi um Vasco da Gama com gana, vontade e determinação. Um batalhando pelo outro, ajudando o outro e individualmente sabendo o potencial que cada um tinha. Tanto que o Júnior Baiano foi expulso, e a equipe ainda continuou forte''.

''No decorrer do segundo tempo que vimos que poderíamos realmente fazer algo diferente. Aquela sensação de fazer história veio quando a gente empatou o jogo. Ali nós já sabíamos que tínhamos feito algo maravilhoso e que poderíamos fazer algo a mais espetacular. E aí veio a virada em um jogo marcante para todos nós jogadores, dirigentes, comissão técnica e torcedores, que invadiram o aeroporto no dia seguinte para nos receber. Ficou para a história do futebol'', comentou.

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