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Em meio à pandemia, Vasco não dá sinais sobre pagamento aos jogadores

Antes da própria paralisação, o Vasco da Gama já se encontrava com problemas complicados a respeito dos pagamentos dos funcionários e atletas, e agora, com a pandemia tomando conta do cenário, a incerteza aumenta.

O Vasco ainda não confirmou se estenderá as férias coletivas, como Fluminense e Botafogo já fizeram, e ainda, não deu nenhum tipo de aviso ou sinal aos seus colaboradores a respeito dos próximos pagamentos. Sem dinheiro em caixa, e sem possibilidade de captar novos, o clube se encontra numa sinuca de bico, e observa as movimentações a respeito do coronavírus, principalmente a respeito da FFERJ.


O lado bom para o Cruzmaltino se trata dos baixos custos da maior parte do elenco, uma vez que a maioria é formada de jogadores oriundos da base do clube, portanto, possuem um valor considerado ainda baixo para o mercado. Então, momentaneamente o clube não sofre um impacto tão grande como seria com jogadores mais renomados no elenco.

Jogadores mais gabaritados e medalhões do elenco também tem relevado a dificuldade do clube com base nos acontecimentos recentes, e não têm cobrado tanto da diretoria em virtude de tal problema coletivo. Entretanto, naturalmente com o passar do tempo também terão sua situação mais complicada para a manutenção de seus custos de vida.

Ainda assim o elenco garante estar focado no retorno dos treinos e jogos, colocando a questão salarial, ao menos por enquanto, de segundo plano.

O clube deve hoje três meses de salário na carteira ao elenco, além de direitos de imagem a um pequeno grupo de jogadores que não recebe o pagamento desde setembro/19: Fernando Miguel, Leandro Castan, Werley, Ramon, Henrique, Marrony e Ribamar.

O Gigante da Colina o tem usado principalmente as receitas de classificação nas competições nacionais, como a Copa do Brasil e a Sul-Americana, para quitar as dívidas do elenco. Porém, com o futebol parado e sem receita, não há previsão para que as pendências sejam pagas com os atletas, a pandemia ainda dificulta pagamentos básicos para o reparo do clube em si.

Por: Kaio Machado

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