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Identidade Vasco pede adiamento de cobranças de impostos e Profut durante pandemia

O grupo Identidade Vasco emitiu uma nota pedindo o adiamento de cobranças de impostos e Profut durante pandemia da Coronavírus.

Confira a nota abaixo:

''O GRUPO IDENTIDADE VASCO APÓIA ESSA IDÉIA

A Organização Mundial de Saúde (OMS) decretou pandemia mundial em virtude da COVID-19.

Países decretaram "quarentena" em suas sociedades, até com fechamento de fronteiras, buscando minorar os infortúnios para seus povos e o colapso do sistema de saúde.

O Brasil não se mostrou alheio.

As medidas anunciadas pelos Poderes Executivos da União, Estados e Municípios, reforçam o bom caminho do contingenciamento de danos.

A proibição de todas as atividades esportivas atinge em cheio os CLUBES e a única forma de arrecadação que possuem. Evidente o estrangulamento financeiro.

O VASCO, desde 1924, com sua verdadeira RESPOSTA HISTÓRICA, nunca se furtou em estar ao lado da melhor tradição humanista.

As medidas propostas à sociedade, pois, no momento, se resumem a ações que são pedidas aos cidadãos, empresas, clubes, etc.

Logo, há necessidade dos entes federativos aderirem aos esforços solicitados. Devem dar o exemplo, não só exigir aos outros.

Nas suas três esferas, o Estado e seus concessionários, não acenaram com a sua dose de contribuição para minorar o drama que os clubes serão submetidos.

Sem atividades esportivas não haverá arrecadação financeira para sustentar a estrutura física e para pagar o pessoal.

Trata-se, pois, de promover o adequado socorre ao esforço que será feito.

Propomos, desse modo, que sejam sobrestadas as cobranças de impostos, dívidas, acordos como o PROFUT, bem como, haja a cobrança pelo piso mínimo dos serviços essenciais por parte das concessionárias, num primeiro momento, para o período que vai de 15/03/2020 até 15/06/2020, cobrando-se os valores parceladamente nos 12 meses subsequentes.

A IDENTIDADE VASCO entende que isso permitirá que os CLUBES possam atravessar o rubicão desse momento crítico sem terem que ser mais sacrificados que outros setores da economia.

Não se trata de perdão, muito ao contrário, mas sim de apoiar um dos setores que mais alegrias dá ao povo!''



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